O PSOE Busca Acordos Com "terceiros Partidos" Para Propor Uma Investidura Não Podemos 2

O PSOE Busca Acordos Com “terceiros Partidos” Para Propor Uma Investidura Não Podemos

Pablo Iglesias não se move de tua obrigação de um governo de coalizão pra apoiar Pedro Sanchez pela investidura. Ouviu, de tua própria boca, o presidente da reunião que os dois tiveram pela segunda-feira no palácio de Moncloa. Concretamente, tal no Governo como no Partido Socialista sinaliza que a semana que vem é “muito possível” que se anuncie agora a data do debate no Congresso. Assim, com o coração neste momento em um horizonte próximo, e a aproximação do PSOE a algumas formações, a pressão pra Podemos é multiplicado.

hoje, A Cidade, fornece-se por fatos os apoios do PNV, as linhas de portas, e o Partido Regionalista de Cantabria para a investidura. As reuniões com Nuno Estêvão, Joan Baldoví e Maria José Mazon “foram muito bem sucedidas” e todos eles avançaram um “sim” para a reeleição de Sánchez em troca de uma série de compromissos inteiramente asumibles. Com o PRC, além disso, de imediato foi assinado um acordo programático, que se quer selar, na próxima semana, em tão alto grau com os nacionalistas bascos como com a coalizão valenciana de Mônica Oltra. Esses três partidos, por outro lado, “não exigiram a entrada Podemos no Governo”, o que “abre o rumo” ao PSOE.

Uma vez blindados os “síes” desses três partidos, o partido socialista se abre, de imediato, a atingir o suporte de Esquerra Republicana de frente pra investidura. O discurso de Gabriel Seguiu a semana passada, reconhecendo a “vitória clara” de Sánchez nas urnas, e afeando a Podemos teu exigência de entrar no Governo, deixou aberta essa opção pros socialistas. As fontes consultadas adicionam, ainda, que a ERC assegurou que “não bloquear” a reeleição de Sánchez e que o único pedido que puseram em cima da mesa foi a constituição de uma “mesa de jogos” pra debater sobre a Catalunha.

Uma proposta que neste instante realizou o PSOE no início de 2018 e que, assim, é “completamente aceitável”. De firmar esses acordos, Pedro Sanchez teria garantidos, de frente para a investidura, 146 “síes”: 123 do PSOE, de 15 de DRC, os seis do PNV e um de as linhas de portas e do Partido Regionalista de Cantabria. O propósito do PSOE, verdadeiramente, é este.

todavia, as fontes consultadas esclarecem que, de acompanhar Pablo Iglesias em seus treze anos, você poderá examinar até mesmo uma investidura sem o voto a favor Unidas Podemos. As contas pra que isso ocorra são claras: “Agora, temos certeza, e praticamente divulgados, 146 votos em prol e 149 contra o PP, Local e Vox. Não obstante, a soma de outros partidos para ambos os blocos inclina a balança em nosso favor”. Nesse significado, os socialistas dão pelo fato de que, depois de dar a presidência do Parlamento de Navarra a Geroa Bai, Navarra Soma passará a abstenção ao “não”.

Bildu, todavia, poderia fazer esse caminho em sentido contrário, passando neste momento a um “sim”. Por outro lado, se nós não Podemos entrar no Governo, os 2 votos de Coalicón Canaria seriam afirmativos, bem como divulgado Ana Oramas. Sete Na Comú que exercem parte do grupo Unidas Podemos. O repercussão fim, sendo assim, poderá ser 159 votos em prol, por 153 votos contra. Os 35 deputados Unidas Podemos, deste jeito, teriam a última palavra: “Podem bloquear a investidura votando com PP, Local e Vox, ou permitir que Sánchez governe com uma fácil abstenção”.

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“Estavam procurando alguma moça que dissesse que a havia abordado e não encontraram nada. Comigo falaram duas vezes. E não me quiseram ouvir testemunhas de que eu propus”, explica o próprio biólogo. O reitor nem ao menos se atreveu a noticiar-lhe pessoalmente as conclusões.

“Me enviou um e-mail”. Ayala nada pôde expor, embora a universidade era visto como uma estrela do rock. Desde aquele dia, ninguém parece se lembrar de que é afiliado da Academia Nacional de Ciências dos EUA nem de que obteve a Medalha Nacional de Ciências dos EUA e o Prêmio Templeton (um milhão de euros de dotação).

assim como Não é o autor de 20 livros e centenas de posts, em que tratava de definir o velho combate entre religião e ciência. Kristen Monroe é politóloga especializada em psicologia política e ética. Trabalhou com Ayala durante vinte anos no Departamento de Estudos Científicos a respeito de Ética e Moralidade.

“Eu acredito que as mulheres adolescentes não sabem interpretar a velha cavalheirismo. Não creio que se trate de um choque cultural, mas sim de alguma coisa geracional. Ensinou assim como em Harvard e lá eu tive uma aluna que se encontrava sem entrar em sala de aula, em razão de lhe incomodava que um professor mais lhe aguantara a porta pra ceder-lhe o passo. Eu tinha que narrar que crescesse, que o professor lhe haviam educado em um tempo em que esse tipo de cortesias era o convencional”.