Leis Que Impedem A Inovação 2

Leis Que Impedem A Inovação

Hiperregulación, rígidas restrições, tempos dilatados, incertezas sobreposição de normas, falta de segurança jurídica ou burocracia excessiva. São somente alguns dos obstáculos que se complementam à problema que neste momento implica investigar e desenvolver um novo produto. As empresas que apostam em inserir valor por intermédio da inovação localizam-se com um episódio legislativo que, na maioria dos casos, acaba prejudicando esta atividade. D. INOVADORES dialogou com sete setores-chave da economia espanhola pra saber como influencia a legislação vigente em teu esforço pra se diferenciar no mercado.

A indústria farmacêutica é a “mais regulada” do mercado, sobretudo pela fase de desenvolvimento, aponta o diretor-geral da FarmaIndustria, Javier Urzay. Todavia, a severidade da legislação não é o principal bloqueio à inovação nas corporações. “O tempo que se perde na incorporação do fármaco ao mercado”.

Uma vez que a Agência Europeia de Remédios (EMA) aprova um artefato, leva em média de Espanha, a despeito de a legislação europeia determina um máximo de seis meses para este método. D de um medicamento. “Quando uma corporação patenteia um fármaco, tem vinte anos de direitos, porém consome a metade em desenvolvimento”, comenta. “Um ano adicional significa reduzir ainda mais a recuperação do investimento”, acrescenta. Os ensaios clínicos são outra das fases que ‘roubam’ mais tempo para a inovação farmacêutica. “Normalmente são realizadas de modo simultânea entre diferentes países e hospitais do universo”, diz. FarmaIndustria visa agilizar os filtros para realizar esses testes com pacientes.

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Neste momento, tendo como exemplo, o comitê de ética de cada hospital que participa no ensaio necessita ver se está em conformidade com as regras. O novo Decreto, que está prestes a ser aprovado, prevê que com o parecer de um único centro médico é suficiente. O sector do brinquedo sofre uma ocorrência de “hiperregulación”. Se uma empresa quer montar um tecido pra roupas das bonecas, você deve provar que é chama. Porém, um fabricante de roupas pra gurias não tem esta responsabilidade.

Outro caso: “Os brinquedos necessitam conter menos chumbo de água”, expõe o presidente da Associação Espanhola de Fabricantes de Brinquedos (AEFJ), José Antonio Pastor. Essa ocorrência acaba desincentivando a inovação”. “Entretanto, além de tudo, pela ineficiência de sua aplicação”, acrescenta. Esta indústria necessita executar com a Directiva Europeia de Segurança do Brinquedo. D precisa assumir uma série de despesas para mostrar que oferece garantias. Ao conclusão, as mais prejudicadas são as pequenas e médias empresas, que “têm que repartir os custos entre menos unidades”. O setor reivindica que “serão permitidos apenas os regulamentos que se conseguem controlar.”

E daí o seu extenso reivindicação Se não se regula o efeito da legislação, ocorrem circunstâncias de “concorrência desleal” com os produtos importados. O segundo frente aberta é a “má aplicação do princípio de precaução”. Isso significa que, “diante da dúvida, proíbe”.

Um modelo disso ocorre com os ftalatos, um dos plastificantes “mais estudados”. “É usado em válvulas cardíacas e vasos de plástico para garotas, contudo como não há evidências científicas que esclarecem que é perigoso, evita a tua utilização em brinquedos”, explica o Pastor.

“Ser responsável é uma desvantagem”. Em 2004, o setor químico precisa considerar 940 elementos legislativos. Em 2014, 2.219. Esta é apenas uma prova da ocorrência de “a respeito-regulamentação” que atravessa a indústria. “Após o gasto de energia e as matérias-primas, o maior desafio do setor é realizar a legislação”, indica a diretora de inovação da Federação Empresarial da Indústria Química Espanhola (Feique), Mª Eugenia Anta.