Documentário: Meu Cérebro Musical 2

Documentário: Meu Cérebro Musical

Uma procura do neurocientista Daniel Levitin com o cantor e compositor Sting aprofunda sobre o funcionamento do cérebro de um músico. Neste documentário, vemos os resultados de teu trabalho pra dominar como se produzem hormônios e conexões neurais que servem de apoio pra constituição e realização musical. Três outros grandes músicos que participaram desta busca: Michael Bublé, Feist e Wyclef Jean (The Fugees). Levitin explica como a música nos influencia física, psicológica e emocionalmente a partir de incalculáveis experimentos efetuados a moças e adultos. Aprender a tocar um aparelho pode querer dizer aumentar o quociente intelectual até 7 pontos.

A suposição estética de Aristóteles, consubstanciado, sobretudo, em sua Poética, veio em boa parte da obra de Platão, sobretudo no conceito de “mímesis”. Para Aristóteles, a graça consistia em magnitude (μέγεθος, mégethos) e ordem (πάξις, páxis), dúvidas puramente físicas, e está em proporções perfeitas, pela justa quantidade, na simetria (συμμετρία). A atividade da arte imitativo é a de terminar e requintar os produtos da natureza.

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  • 4 Da Lei
  • Registado: 13 ago 2008
  • 21 fev
  • Registado em: 10 out 2008

Para Aristóteles, a arte humaniza a natureza, glorificando a realidade. Assim, a tragédia é um processo estético: a mímesis, imitação da realidade, a poíêsis, a elaboração criativa. É uma operação moralizadora, de humanização da realidade.

A tragédia separa a realidade da ficção, entretanto bem como reconduce da ficção à realidade, por meio da catarse; o primeiro caminho é estético, no tempo em que que o segundo é ético. Para Aristóteles, a poesia trágica responde a leis psicológicas, que denomina conduta “universal”, visto que responde a critérios racionais de comportamento do cidadão, conceito que lançou as bases da hipótese artística -essencialmente literária – até a idade moderna. O conceito de boniteza de Aristóteles se criou mais amplamente na Retórica: é formoso o que, por um lado, nos agrada e, por outro, o que é valioso por si mesmo.

isto É, a boniteza necessita de propiciar alegria, e tem de ter um valor intrínseco, independentemente de tua meta. Para Aristóteles, a beleza é bacana, porém não tudo o que é prazeroso é formoso; por outro lado, a beleza é agradável, apesar de que não todo prazer é gracioso.

por sua vez, a beleza precisa de ser interessante e agradável ao mesmo tempo. Da arte procedem as coisas cuja maneira está pela alma. O período helenístico foi uma certa decadência cultural. A filosofia deixou de entender o universo para centrar-se no ser humano, passando de uma filosofia metafísica a um conteúdo puramente moral.

muitas vezes, a filosofia se encaminhou, nesta época, a elaboração de formas de vida, atitudes existenciais geralmente ligadas a movimentos religiosos, criando correntes sincréticas em que se sintetizava a religião com a vida humana. Surgiu bem como o conceito de “graça”, de delicadeza das formas.

Estoicismo: esta doutrina centrou-se nos dificuldades do homem, defendendo como melhor solução diante da vida, a busca do equilíbrio interior, o que é conseguido através da “autarquia”, a auto-suficiência. O bem mais precioso para o homem é a felicidade, que se encontram no exercício da qualidade, a figura do homem moderado, que entende tuas paixões.

Os filósofos estoicos ocuparam principlamente de dúvidas relacionadas com a lógica e a semântica, no entanto também trataram da poesia, principalmente Zenão de Cítio e Crisipo. Pros estóicos, a beleza era a relação entre um utensílio e a meio ambiente, quer dizer, a harmonia entre eles (“analogia estóica”).

sobre a formosura com a moral, com viver a vida de forma correta e decorous, praticando a virtude. Assim, a poesia era um automóvel para a elevação espiritual, que podia querer dizer tanto um entusiasmo racional como irracional, interpretando a poesia como uma alegoria da filosofia.