A Moça Que Esperou 2

A Moça Que Esperou

O Doutor, sem poder sair da TARDIS na doença, dá-lhe Rory a lente, a tua chave de fenda sônica e os óculos pra poder se noticiar com ele. O Doutor consegue reunir temporariamente as duas Amys na mesma linha do tempo, fazendo com que sincronizem seus pensamentos no tempo em que Rory manipula os motores temporários. Os óculos de Rory começam a funcionar mal por paradoxo, obrigando os 3 a correr pelo complexo a partir de imensos Manobots pra TARDIS, sem a assistência do Doutor.

Durante o tempo que se aproximam ao teu destino, a Amy velha que fica pra trás pra socorrer os outros dois, porém a Amy jovem é atingida por um Manobot que a seda. Durante o tempo que a Amy velha-lhes cobre as costas, Rory leva o jovem a tripulação da TARDIS. Uma vez dentro, o Médico fecha a porta e fornece suporte para Rory que é impossível que as duas Amys existam pela mesma linha de tempo.

Rory tem que escolher já o que Amy quer. Rory e a velha Amy têm uma amarga despedida por intermédio da porta, antes que a Amy velha peça-lhes que se irão sem ela. Desse modo, a Amy velha se deixa capturar por Manobots. Amy acorda e pergunta “onde está?”, deixando o Doutor Rory, que se lhe explique tudo.

Tom MacRae, autor do capítulo, havia escrito antecipadamente, A ascensão dos Cybermen e A idade do aço pra segunda temporada, onde voltaram os Cybermen. MacRae ficou orgulhoso do consequência término, chamando-o de “melhor argumento que nunca tinha fabricado”. O título original do episódio era The Visitors’ Room (quarto de visitas), que depois mudou pra Visiting Hour (Hora de visitas) e Kindness (Admiração). O episódio, apesar do que dizem alguns relatórios, nunca teve em nenhum instante o título The Green Anchor (âncora verde).

A moça que esperou era o codinome para distinguir a Amy depois que passou 12 anos aguardando o regresso do Médico No último momento. A produtora executiva Beth Willis foi quem insistiu pra que possa ser incluída pela versão final, o discurso de Amy sobre o assunto como Rory era o homem mais belo que eu nunca tinha famoso.

A guria que esperou foi desenvolvido como um capítulo que não exigia muita participação do Doutor em cinema, é relatar, era um dos capítulos “leves de Doutor”. Desde a segunda temporada com Afeto e monstros da agenda de realização, se tornou uma tradição desse tipo de capítulos, com títulos como Cintilação entre outros. Pra MacRae adorou explorar os protagonistas de Amy e Rory e seu passado, por causa de o ” Doutor “era sempre até certo ponto mítico”, o que limitava o que podia observar com seu protagonista.

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A ideia original era que a atriz de superior idade interpretasse a Amy velha, no entanto Karen Gillan se apresentou como voluntária para interpretar esse protagonista com a assistência de maquiagem. Bem como se decidiu que ter Gillan interpretando dois protagonistas seria mais crível.

Gillan desenvolveu uma linguagem vocal desigual, desigual amplitude vocal e diferente atuação para o novo protagonista, que tinha mudado após ser abandonada em perigo. Pra conseguir isto, ian Gillan estudou com um foniatra e um treinador de movimentos. Ao casamento de River Song, A garota que esperou é o capítulo da série moderna, com o elenco mais pequeno, com somente dois atores e uma imagem holográfica. O único episódio da série clássica com um elenco mais pequeno é o The Edge of Destruction, de 1964, que só mostrou com os quatro atores principais. As medições noturnas de audiência mostraram que 6 milhões de espectadores viram o capítulo pela BBC One, o que foi uma melhora de meio milhão a mais do que o episódio anterior.

As medições finais foram de 7,seis milhões de espectadores. Sua pontuação de apreciação foi de 85, considerado “excelente”. O capítulo obteve uma resposta, normalmente positiva da crítica. Dan Martin, do The Guardian, comentou que continha “o instante mais lacrimogêneo da temporada até à data”, e a “alegação psicodélica deu aos protagonistas a chance de brilhar”.