↑ François-Louis-lisboa-public, Qu'est-ce Que A Féodalité? 2

↑ François-Louis-lisboa-public, Qu’est-ce Que A Féodalité?

Este termo assim como é usado historiográficamente pra denominar as formações sociais históricas caracterizadas pelo jeito de realização que o materialismo histórico (a historiografia marxista) denomina feudal. Esta série de obrigações recíprocas, militares e legais, estabelecidas entre a nobreza guerreira, girava cerca de 3 conceitos-chave: senhor, vassalagem e suserania.

Entre senhor e vassalo se estabeleciam as relações de vassalagem, fundamentalmente políticas. “feudal”. Os termos “rivalidade” e “feudal” são bem mais antigos. Em sua maneira latina, a única que pode ser usada originalmente nos documentos, “feudo” (fevum) remonta. Há geralmente duas definições de feudalismo. Conjunto de organizações que apoiam compromissos normalmente militares, entre um homem livre, o vassalo (vasallus, vassus) e um homem livre em situação superior.

O primeiro recebe o segundo é um feudo (feodum, feudum) para a sua manutenção. Modo de criação com umas típicos maneiras de conexão socioeconômica, situado entre a passagem da Antiguidade e o capitalismo moderno. Especificamente, sabe-se como um conjunto de relações de criação e a dependência entre o camponês e o senhor, o proprietário da terra aquele que usufrui, em um estágio de predomínio da agricultura como referência de fortuna.

O feudalismo se poderá assimilar assim como como consequência da ruptura de todas as estruturas de poder velho depois da queda do Império Romano. O poder estatal se fragmenta e é assumido pelos grandes proprietários de terras, os senhores. Cada senhor converte-se em juiz, administrador, cobrador de impostos e líder militar da comarca que controla. Este poder dos senhores feudais, recebia o nome de ban. Os camponeses ofereciam seus serviços em trabalho (corveas) ou pagavam um imposto ou tributo ao senhor feudal em troca de proteção, pra poder cuidar-se nos castelos no decorrer das invasões. Apesar da inexistência de controle estatal, o sistema feudal não era uma anarquia.

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Entre os senhores se formam relações feudovasalláticas de subordinação. Os senhores fracos se subordinavam a um senhor mais robusto. No topo destas relações de vassalagem estava o rei, a quem todos os senhores declararam estar submetidos. Um complexo de compromissos militares, que, juntamente com a desintegração do poder político, implica uma privatização de funções públicas em prol de uma minoria de livres privilegiados.

A generalização do termo permite que vários historiadores aplicá-lo às formações sociais de todo o território europeu ocidental, pertencessem ou não ao Império Carolíngio. O egito faraônico, reinos da Índia ou Império chinês – caracterizado pela tributação das aldeias camponesas a um estado muito centralizado.